sexta-feira, 30 de abril de 2021

Cantar Abril...

     No âmbito das disciplinas de Educação Musical e de História e Geografia de Portugal, os alunos dos sextos anos analisaram canções de intervenção. Após a análise dos registos musicais, cada uma das turmas escolheu uma canção e gravou-a. As gravações foram ouvidas na escola na segunda-feira, dia 27 de abril, para comemorar o 25 de abril.

         Para recordar…


segunda-feira, 19 de abril de 2021

A morte do General Sem Medo...

 

            

                        Obviamente, demito-o!

Humberto Delgado

 

55 anos depois, a morte do General Humberto Delgado ainda é um grande mistério…

 

O general nasce em 1906 e é assinado em fevereiro de 1965, com 59 anos. Protagoniza o principal movimento de tentativa do derrube do regime salazarista, ficando conhecido como o “General sem Medo”.

A sua morte ainda continua a despertar muita curiosidade sobretudo devido às várias versões do acontecimento. Descrevemos uma versão, mas deixamos vários links para outras…

Pensando vir reunir-se com opositores ao regime do Estado Novo, Humberto Delgado dia 13 de fevereiro de 1965, dirigiu-se à fronteira espanhola em Los Almerines. O seu encontro, foi liderando pelo inspetor António Rosa Casaco que fazia parte de uma brigada da PIDE, constituída pelos chefes de brigada Casimiro Monteiro e Agostinho Tienza.

Chegados ao ponto de encontro, Monteiro, aproximou-se do general, com uma pistola com silenciador e disparou-lhe sobre a cabeça, matando-o logo. Os corpos foram largados a cerca de 30 km a sul do local do crime, onde foram colocados numa vala natural, cobertos com ácido sulfúrico e cal viva, e rapidamente enterrados.

Os cadáveres foram descobertos semanas depois do dia 24 de abril, por umas crianças.

Mais tarde, o inspetor António Rosa Casaco disse que foi surpreendido com as mortes, dizendo também que o plano era raptar o general, depois de o tornar inconsciente com clorofórmio, e levá-lo preso para Portugal para ser julgado por atos terroristas.

Em janeiro de 1975 os seus restos mortais foram transferidos de Espanha até ao Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

 Fontes

https://observador.pt/explicadores/humberto-delgado-quem-foi-e-como-morreu-o-general-sem-medo/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Humberto_Delgado

https://ensina.rtp.pt/artigo/humberto-delgado/

https://expresso.pt/sociedade/como-matamos-humberto-delgado=f910084

https://poligrafo.sapo.pt/politica/artigos/humberto-delgado-as-circunstancias-da-morte-do-general-sem-medo

 Mariana Silva, 9ºA 

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Natal dos Simples...

 


        Este tema está inserido no primeiro disco de José Afonso para a Orfeu (“Cantares do Andarilho”, de 1968). Todos conhecemos por “Vamos cantar as janeiras”.

       Habitualmente cantada no Dia de Reis, a verdade é que música foi criada para o Natal dos mais pobres da Beira Alta. A tradição era os camponeses cantarem as Janeiras aos senhores das terras, celebrando assim o seu simples Natal. A música, divulgada por Zeca Afonso, ficou no imaginário coletivo dos portugueses.

 Fonte

https://observador.pt/2016/12/10/de-jose-afonso-aos-anjos-sete-cancoes-de-natal-em-portugues/

 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

O Relógio Esquecido...

 

      Neste blogue, já tínhamos referido os portugueses que morreram nos campos de concentração nazis. É tema que nunca é demais recordar.

      "Paulo da Silva foi um dos vários portugueses deportados para um campo de concentração nazi. O relógio pessoal que tinha na altura estava num arquivo na Alemanha. A peça rara foi agora entregue ao Estado português e vai fazer parte da coleção do Museu Nacional da Liberdade."

Queres saber mais, clica no site em baixo…

 Fonte

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/relogio-de-deportado-para-campo-de-concentracao-nazi-regressa-a-portugal_v1282602

                                                                                                                                   Francisco Lucas, 9º B

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

O mais velho e "escandaloso" postal de Natal...

         Um exemplar do primeiro cartão de Natal, impresso para comercialização em 1843, foi colocado à venda, em leilão. É considerado um item raríssimo e deverá arrecadar um valor entre 5.000 e 8.000 libras.

      No mundo existirão, apenas cerca de 30 exemplares deste postal de Natal, retrata uma família britânica a brindar com taças de vinho tinto, numa imagem onde se lê "Um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo para si".

      A sociedade puritana, do século XIX, criticou duramente o artigo: incluía alegria a mais e as jovens estava a beber vinho, em taças de adultos.

     O cartão foi desenhado pelo pintor e ilustrador John Callcott Horsley, a pedido de Sir Henry Cole, o fundador do Museu Victoria e Albert. Este magnata foi também o precursor da tradição da venda de cartões de Natal.

 

Fontes

https://sicnoticias.pt/mundo/2020-12-04-Escandaloso-e-raro-primeiro-cartao-de-Natal-de-sempre-vai-a-leilao

https://expresso.pt/internacional/2019-11-20-Oh-oh-oh-Os-primeiros-cartoes-de-Natal-foram-impressos-em-1843-e-um-deles-esta-em-exposicao-no-Museu-Charles-Dickens-em-Londres