sábado, 30 de abril de 2016

Como se leva para Belmonte uma carta que vale €2,5 milhões?...

   
      Pela segunda vez na vida, a Carta de Pêro Vaz de Caminha, o documento de 1500 que marca o descobrimento do Brasil e é Património da Unesco, saiu da sua residência habitual, a Casa-forte do Arquivo da Torre do Tombo. O Expresso acompanhou, em exclusivo, o transporte deste documento, avaliado em 2,5 milhões de euros, até Belmonte, onde vai estar nos próximos seis meses.
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segunda-feira, 25 de abril de 2016

O Trovador da Liberdade...

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos nasceu em Aveiro, a 2 de Agosto de 1929 e faleceu em Setúbal, a 23 de Fevereiro de 1987. Vivendo 58 anos, foi um cantor e compositor português. É também conhecido por Zeca Afonso, apesar de nunca ter utilizado este nome artístico.

"Grândola, Vila Morena"' é uma canção composta e cantada por ele e foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. À meia-noite e vinte minutos do dia 25 de Abril de 1974, a canção foi transmitida através da Rádio Renascença como sinal para confirmar o início da revolução. Também por esse motivo, tornou-se um símbolo de revolução, e do início da democracia em Portugal.
Mariana Martins, 7ºAno

sábado, 23 de abril de 2016

Os Soldados de Terracota...

   
Reconstituição do colorido das estátuas
      O exército de Terracota,  os Guerreiros de Xian ou o Exército do imperador Qin é uma coleção de esculturas de Terracota que representa os exércitos de Qin Shi Huang, o primeiro imperador da China. É uma forma de arte funerária, enterrada com o imperador em 210-209 a.C. e a sua finalidade era proteger o governante chinês na sua vida após a morte.
As esculturas, que são de, aproximadamente, do final do século III a.C. foram descobertas em 1974 por agricultores locais no Distrito de Lintong, em Xi'an, na província de Shaanxi, na China. Os soldados variam em altura de acordo com suas funções, os generais são os mais altos. As estátuas são de guerreiros, carruagens e cavalos. As estimativas atuais são de que nos três poços que contêm o Exército de Terracota, havia mais de oito mil soldados, 130 carruagens com 520 cavalos e 150 cavalos de cavalaria. Muitos ainda estão enterrados, nas proximidades Mausoléu de Qin Shihuang‎, à espera de ver a luz do dia.

Fontes
Site-https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_de_terracota
Imagem 1- https://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=&url=https%3A%2F%2Fcommons.wikimedia.org%2Fwiki%
Imagem 2-https://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwini7HRvY7MAhWHlxoKHfSpBo4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.viajesmora.com%2Fviajes%2Fxian-los-guerreros-de-

Maria Francisca Santos, 7º Ano

quarta-feira, 20 de abril de 2016

As mães na História...

A humanidade continuava na escuridão se não fosse a mãe de Thomas Edison...


sexta-feira, 15 de abril de 2016

A Estátua de Zeus...

A Estátua de Zeus, em Olímpia, foi uma das sete maravilhas do mundo antigo, e está entre as seis que não se encontram à superfície da Terra. São poucos os documentos escritos que descreviam a estátua e não foram desgastados pelo tempo. Apesar disso, existe uma ideia geral de como esta seria, e foi possível criar uma representação da mesma (representação em cima).
Agora, em termos históricos sabe-se o mais relevante como o arquiteto que a contruiu, quando foi contruída entre outras coisas. O arquiteto da obra foi o ateniense Fíbias e terá iniciado a construção no século V a.C, terminado 8 anos depois. Após o término da construção houve um sismo a 170 a.C. que fez a estátua ceder mas foi reconstruída, juntamente com o templo onde se encontrava. Cerca de 570 a 670 anos depois, a estátua foi retirada pelo império romano do oriente. Em 420, foi transferida para o território do invasor onde foi devastada por um incêndio, em 475.
Relativamente ao seu aspeto físico, diz-se que a estátua tinha 13 metros de altura e era feita de três materiais essenciais: ouro, ébano (madeira muito usada na antiguidade) e marfim. Nos olhos foram usadas pedras preciosas. Fídias construiu Zeus sentado num trono. Na mão direita estava a estatueta de Nike, deusa da Vitória e na mão esquerda estava uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Além disso, diz-se que a estátua tinha o sobrolho franzido pois uma lenda dizia que quando Zeus o franzia, o Olimpo tremia.

Fontes
Figura:

Rodrigo Santos, 7ºAno

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O Farol de Alexandria...

Em busca do farol de Alexandria 
Part.1

O Farol de Alexandria (em grego, Φάρος της λεξανδρείας) foi uma torre construída em 280 a.C. na ilha de Faro (a palavra farol deriva do nome da ilha) que serviu como um marco de entrada para o porto e posteriormente, como farol. Considerado um engenho notável da Antiguidade foi construído pelo grego Sóstrato de Cnido  Teria uma altura entre 115 e 150 metros (desconhece-se a verdadeira altura da torre, pois foi destruída por um terramoto). Por mais de cinco séculos manteve-se entre as mais altas estruturas feitas pelo homem. Acima dessa torre encontrava-se uma chama que, através de espelhos, iluminava a uma distância até 50 quilómetros. 
Fachada do forte existente no local onde existia o Farol de Alexandria.
O forte terramoto que atingiu a Ilha de Faros em 1323 destruiu o Farol de Alexandria. Mais tarde, em 1480, as pedras que restaram da construção original foram utilizadas na construção de um forte, edifício que permanece até hoje no lugar do Farol de Alexandria.
Em 1994, arqueólogos e mergulhadores encontraram os restos arqueológicos do farol (blocos de pedra e estátuas), a oito metros de profundidade, no fundo do Mediterrâneo, no porto egípcio de Alexandria.
O Farol de Alexandria é considerado como uma das sete maravilhas do mundo antigo.

El faro de Alexandria (en griego, ὁ Φάρος της Ἀλεξανδρείας) era una torre que fue construida en 280 a.C en la isla de Faros y servia, además de faro, de marco de entrada para el puerto. Considerada un engeño notable de la Antigüedad, fue construido por el griego Sóstrato de Cnido. Su altura variaba entre los 115 y los 150 metros, pues no se sabe cuál era en realidad una vez que el faro fue destruido por un terremoto, aunque ha permanecido por más de cinco siglos entre las más altas estructuras hechas por los hombres. Por encima de esta torre, una llama que iluminaba a una distancia de 50 kilómetros a través de los espejos, un sistema de iluminación muy útil en la época. 
El terremoto que sacudió la isla de Faros en 1323 destruyó el faro de Alexandria. Más tarde, en 1480, las piedras que quedaban de la construcción original se utilizaron en la construcción de un fuerte, edificio que permanece hoy en lugar del Faro de Alexandria.
En 1994, los arqueólogos y buceadores encontraron los restos arqueológicos del faro (bloques de piedra y estatuas) a ocho metros de profundidad, en el fondo del Mediterráneo, en el puerto egipcio de Alexandria.



quinta-feira, 7 de abril de 2016

Refugiados no século XXI...

A partir da primeira guerra da humanidade, 
surgiram as principais vitimas, os refugiados... 


quarta-feira, 6 de abril de 2016

O calendário muçulmano...

   
      calendário muçulmano, também designado por calendário islâmico ou calendário hegírico (fuga de Maomé, 622), é inteiramente lunar, sendo baseado no ano lunar de 354 dias e 355 nos anos abundantes, com 12 meses de 29 ou 30 dias intercalados. Cada mês do calendário muçulmano começa quando o crescente lunar aparece pela primeira vez após o pôr-do-sol, e tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar, pelo que os feriados muçulmanos acabam por circular por todas as estações. Os meses islâmicos retrocedem a cada ano que passa em relação aos calendários baseados no ano solar, como o calendário gregoriano, por exemplo. 

Queres saber em que ano estão os muçulmanos? Clica aqui.....

Fonte
http://www.calendarios.info/o-calendario-muculmano/
http://pt.calcuworld.com/calendarios/conversor-de-datas-calendario-muculmano/

terça-feira, 5 de abril de 2016

Hábitos de Higiene no século XII...

       No século XII, os hábitos de higiene eram muito diferentes dos nossos. Os médicos achavam que a água, sobretudo quente, deformava os órgãos, deixando o corpo exposto a doenças e que, se entrasse pelos poros, podia transmitir todo tipo de doenças. Inclusive, divulgou-se a ideia de que uma camada de sujidade protegia contra as doenças e que, portanto, a lavagem do corpo devia ser realizada "a seco", só com uma toalha limpa para esfregar as partes expostas do corpo. Além disso, a Igreja condenava o banho por considerá-lo um luxo desnecessário e pecaminoso.

        En el siglo XII los hábitos de higiene eran muy diferentes de los nuestros. Los médicos consideraban que el agua, en especial el agua caliente, deformaba a los órganos, dejando el cuerpo expuesto a enfermedades que, si se introdujeran a través de los poros, podrían transmitir todo el tipo de disfunción. Incluso empezó a extenderse la idea de que una capa de suciedad protegía contra las enfermedades y, por lo tanto, el cuerpo debería lavarse "en seco", solamente con una toalla limpia para fregar las partes expuestas del cuerpo. Por otra parte, la Iglesia condenaba el baño teniendo en cuenta que era un lujo innecesario y pecaminoso.

Fontes
Mariana Martins, 7º Ano

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A Medicina na Al-Andalus...

            Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, valoriza a ciência, em particular a medicina que é apresentada como uma arte próxima de Deus. Assim sendo, o mecenato empreendido por califas e governadores como os Abássidas, revelou-se fundamental para o desabrochar da ciência e da medicina. A cidade de Córdoba simbolizou na Idade Média, o esplendor da medicina Islâmica. Obras escritas, na Espanha muçulmana antes do século XII, passaram para a posteridade e exerceram influência duradoura.
         A originalidade da medicina da Espanha muçulmana estava em atribuir grande importância à prática, principalmente aos meios terapêuticos. Apesar de sua inclinação para a teoria, o próprio Averrugais, conhecido médico muçulmano, definirá a medicina, no século XII, não como uma "ciência", mas como uma "arte". A medicina, na Al-Andalus, estava muito ligada à botânica e os conhecimentos de ervas medicinais eram profundos. No reinado de Abu Ar Ranhura I foi até criado um jardim botânico famoso nesse período. Estes conhecimentos pelas ervas medicinais vão ser aprofundados pelo português Garcia da Horta, no período da expansão marítima.

Fontes
Felipe Lourenço, 7ºA
 e a docente de História