quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Troia...

                                                                        Troy (trailer)

Sim, acredita-se que a lendária cidade de Troia, mencionada nos contos de Homero, existiu mesmo.  Foi desenterrada em Hisarlik, na Anatólia, perto da costa onde hoje se situa a província turca.
Nos anos 1870, o arqueólogo almeão Heinrich Schliemann fez as escavações que revelaram várias cidades. Uma das cidades correspondia à descrição de Troia homérica, no  entanto, como nada foi ainda provado, a cidade é chamada Wilusa, como nos textos hititas.
Apesar de não estar totalmente provado uma destas cidades corresponder a Troia, a verdade é que são agora consideradas locais arqueológicos importantes para a história mundial.

Fontes
http://www.infoescola.com/mitologia-grega/troia/
http://www.viaggio-mondo.com/2009/11/troia.html
Catarina Antunes, 7º Ano

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Roma Antiga...


Roma Antiga construída pelos nossos alunos...

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Solstício de inverno...

Solstício de inverno. 
Nesta imagem podemos observar que este alinhamento foi construído de acordo com a posição do solstício.

     O solstício de inverno é um fenómeno astronómico usado para marcar o início do inverno. Este fenómeno da natureza dá-se por volta dos dias 22 de dezembro (no hemisfério norte) e 21 de junho (no hemisfério sul).
     A data do solstício não é fixa no calendário gregoriano (calendário de origem europeia, utilizado oficialmente pela maioria dos países).
      No tempo dos romanos, o deus persa, Mirta, admirado por muitos, teria nascido durante o solstício. As divindades ligadas ao Sol em geral eram também celebradas no solstício. Os povos da Europa pré-cristã tinham uma grande ligação com esta data. Segundo alguns, os monumentos eram construídos de forma a estarem orientados para o pôr- do-sol do solstício de inverno e para o nascer do sol no solstício de verão.

Fontes                                
 http://www.blogdeastronomia.es/page/15
 Catarina Jesus, 7ºano

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O Funeral Viking...


        Os vikings foram uma civilização do norte da Europa (Dinamarca, Suécia e Noruega) que tinha como ponto forte a sua frota marítima (Drakkars). Os seus funerais eram muito caraterísticos tendo como princípios a cremação e o enterro do defunto. Um dos exemplos era a cremação de um chefe/herói. Nessas ocasiões, o corpo era colocado dentro de um barco viking, juntamente com os seus bens mais preciosos. O barco era lançado ao mar e depois uma série de arqueiros disparava setas em chamas na direção do barco, queimando-o e ao corpo dentro dele, enquanto os seus guerreiros prestavam homenagem ao seu chefe, até a embarcação desaparecer no horizonte.

Fontes

Este trabalho foi inspirado no livro “Como Treinares O Teu Dragão” de Cressida Cowell.
Rodrigo Santos, 7ºAno A

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A Ala dos Namorados...



A Batalha de Aljubarrota realizou-se a 14 de agosto de 1385. Esta batalha, chefiada por D. Nuno Álvares Pereira, deu-se para defender a independência de Portugal, colocada em perigo por Castela.

Portugal estava em minoria comparado com Castela, em soldados e em armas, mas conseguiram inventar uma solução para ganhar esta batalha. Esta solução foi a técnica do quadrado. Esta técnica consistia em ter uma linha de soldados à frente para os Castelhanos pensarem que estavam em vantagem e que não era preciso muito esforço e quando estavam mais fracos, com menos armas, foram rodeados de soldados portugueses.


Um dos lados deste quadrado era formado pela Ala dos Namorados. Esta chamava-se assim, porque era constituída por soldados mais jovens que combatiam por Portugal mas também pelas suas damas, por quem estavam enamorados. Era comandada por Mem Rodrigues de Vasconcelos e pelo seu irmão Rui Mendes, sendo identificada por uma grande bandeira verde; teria aproximadamente 400 besteiros, 200 lanças e 650 homens a pé.
A batalha de Aljubarrota foi muito importante para Portugal e muito conhecida pela Europa desse período. É considerada uma das batalhas mais importantes da época medieval.

Fontes


Joana Gil, 7ºA, nº12