Estando, neste momento, os nossos
alunos no oitavo ano e no domínio Expansão e mudança nos séculos XV e XVI, recordamos os trabalhos realizados por estes discentes, no quinto ano, para a disciplina de HGP…
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Os Corvos da Peste Negra...
Os médicos, no século da Peste Negra, costumavam colocar chapéus e uma
máscara semelhante à cabeça de um corvo. Esta, no seu interior, possuía uma
composição de perfumes e ervas que ajudavam a lidar com os germes. Vestiam também
um casacão de couro preto que estava integrado à máscara por meio de um capuz. Este casacão servia para manter a pele do médico livre de contaminações. Usavam
ainda luvas,calças e botas pretas.
Apesar destes médicos não serem, na Idade Média, muito prestigiados, a
verdade é que, por normalidade, eram os únicos seres humanos que se aproximavam
destes doentes, a morrerem da terrível Peste Negra.
Fontes
Rita Falcão, 8ºA
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Império perdido dos Maias... foi encontrado!
Arrojados e ambiciosos,
os reis Serpente serviram-se da força e da diplomacia para criarem a mais
poderosa aliança da história da sua cultura.
Queres saber mais clica
aqui: https://nationalgeographic.sapo.pt/historia/grandes-reportagens/885-imperio-perdido-dos-maias
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
O primeiro impulso dos Descobrimentos e as marcas da globalização...
![]() |
| Detalhe do séquito de Afonso de Albuquerque fazendo a sua entrada em Goa, numa ilustração do Códice Casatenense 1889 (Biblioteca Casatenense, Roma). |
O historiador João Paulo Oliveira e Costa, da Universidade Nova de
Lisboa, evoca a transformação do imaginário europeu a partir do século XV e do
início da expansão portuguesa. O mundo não voltaria a ser igual depois de as
primeiras caravelas sulcarem os mares do Atlântico e derrubarem mitos
persistentes.
Artigo
interessante para complementar os conteúdos para o teste que se aproxima…
https://nationalgeographic.sapo.pt/historia/grandes-reportagens/930-a-era-das-exploracoesterça-feira, 11 de outubro de 2016
A Vida nas Caravelas...
Entre os séculos XV e XVI aconteceram grandes navegações que levaram
marinheiros em caravelas em busca de riquezas, no entanto, até a um Novo Mundo.
Estas viagens eram feitas a bordo de caravelas. A vida nestas embarcações era muito difícil, as viagens duravam muito tempo e algumas partes do quotidiano importantes eram relacionadas com a alimentação, doenças e higiene, que eram essenciais para a sobrevivência a bordo. A alimentação deficiente, era composta por biscoitos, mel, pescado, gordura, açúcar, sal, vinagre, água, vinho, carne salgada ou defumada, frutos secos, azeite, compotas, queijo, bacalhau, sardinha, arroz, grão de bico, presunto, ervas aromáticas (alho, cebola, picante...), frutas, legumes secos, feijão, carne de boi (às vezes com larvas) e manteiga, normalmente rançosa. Alguns alimentos eram distribuídos mensalmente. Os capitães podiam levar alimentos mais ricos e variados.

As caravelas, apesar dos esforços, estavam muito sujas e, devido à
falta de higiene, havia proliferação de baratas e ratos. Os marinheiros, sem condições, faziam as suas necessidades num balde, sendo depois deitadas ao mar. Não havia
papel higiénico e era usado um cabo molhado com a ponta desfiada como
alternativa. Por causa da falta de higiene, eram comuns diversas doenças, às
vezes, contagiosas como a febre amarela, a verminose e outras. As “curas” eram
muitas vezes inúteis ou até pioravam o estado da vítima. Uma das doenças mais
temidas era o escorbuto, causado pela falta de vitamina C, que provocava o
inchar das gengivas. Tratava-se cortando as gengivas para o doente sobreviver. Abençoado era o marinheiro que chegava às novas terras...
Webgrafia: texto e imagens: http://avidanascaravelas.blogspot.pt/
Estas viagens eram feitas a bordo de caravelas. A vida nestas embarcações era muito difícil, as viagens duravam muito tempo e algumas partes do quotidiano importantes eram relacionadas com a alimentação, doenças e higiene, que eram essenciais para a sobrevivência a bordo. A alimentação deficiente, era composta por biscoitos, mel, pescado, gordura, açúcar, sal, vinagre, água, vinho, carne salgada ou defumada, frutos secos, azeite, compotas, queijo, bacalhau, sardinha, arroz, grão de bico, presunto, ervas aromáticas (alho, cebola, picante...), frutas, legumes secos, feijão, carne de boi (às vezes com larvas) e manteiga, normalmente rançosa. Alguns alimentos eram distribuídos mensalmente. Os capitães podiam levar alimentos mais ricos e variados.

As caravelas, apesar dos esforços, estavam muito sujas e, devido à
falta de higiene, havia proliferação de baratas e ratos. Os marinheiros, sem condições, faziam as suas necessidades num balde, sendo depois deitadas ao mar. Não havia
papel higiénico e era usado um cabo molhado com a ponta desfiada como
alternativa. Por causa da falta de higiene, eram comuns diversas doenças, às
vezes, contagiosas como a febre amarela, a verminose e outras. As “curas” eram
muitas vezes inúteis ou até pioravam o estado da vítima. Uma das doenças mais
temidas era o escorbuto, causado pela falta de vitamina C, que provocava o
inchar das gengivas. Tratava-se cortando as gengivas para o doente sobreviver. Abençoado era o marinheiro que chegava às novas terras... Webgrafia: texto e imagens: http://avidanascaravelas.blogspot.pt/
Rafael Louro, 8ºA
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