domingo, 28 de fevereiro de 2016

A lepra na Idade Média...

Lepra, hanseníase, morfeia, mal de Hansen ou mal de Lázaro é uma doença infeciosa, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae ou bacilo-de-hansen, que causa danos severos a nervos e a pele, tornando o aspeto do doente infetado repulsivo, devido às suas chagas.
O termo lepra está em desuso, devido à sua conotação negativa histórica. Os leprosos na Idade Média era afastados, vivendo em condições miseráveis e sendo, muitas vezes, apedrejados quando se aproximavam das populações, devido ao horror desta doença.
Desde o século VI a.C. há referências à lepra na Índia, na China e no Egito, onde foram achados esqueletos antigos com a marca da doença. Desta zona espalhou-se, levada por tribos nômadas ou por navegadores, como os fenícios. Soldados da Grécia, retornando das campanhas de Alexandre, o Grande, na Índia, teriam trazido a doença. Exércitos romanos, por sua vez, introduziram-na na Europa Ocidental, nas colônias criadas na Espanha, Gália e Inglaterra, gerando o pânico por toda a população europeia.
Na atualidade esta doença é facilmente curada, existindo ainda no continente africano por falta de condições higiénicas e financeiras.

Fontes

Tomás Abreu, 7ºAno

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