quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pantheon (O Panteão de Roma)...

O Panteão é considerado o monumento, deixado pelo império Romano, em  melhor estado de conservação de todas as construções  da arquitetura clássica. Este templo resistiu desde a Roma antiga até aos nossos dias, passando pelo período medieval e renascentista.
O primeiro edifício, era uma construção mais pequena, foi obra de Marcus Agrippa em 27 a. C, cônsul romano, braço direito e genro do imperador Augusto. Terá sido um templo dedicado a todas às divindades. Aliás Pantheon (este o nome verdadeiro) é uma palavra latina derivada de duas palavras gregas, pan e theón, ou seja “de todos os deuses”. No ano 80, a construção foi praticamente destruída por um incêndio mas, entre 118 e 128 d.C., o imperador Adriano decidiu reconstrui-lo.
As dimensões do monumento são impressionantes, e a cúpula é enorme: com um diâmetro de 43,44 m e igual altura. Uma esfera perfeita caberia neste espaço. Apesar de toda a perícia da construção romana, a verdade é que se hoje este edifício está ainda tão bem conservado é porque, no século VII, o imperador bizantino, doou o templo ao papa Bonifácio IV que o transformou numa igreja, recebendo a designação de Santa Maria dos Mártires.
Este processo de apropriação religiosa acabou por ser responsável pela conservação do monumento durante mais de dezoito séculos. Apesar do  seu interior ter sido modificado e redecorado ao longo deste período, as  colunas,  as paredes de mármore colorido e o pavimento permanecem, na sua essência, tal como eram nos tempos romanos. 

Fontes

Catarina Coelho 7º A

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